Hoje, contarei a vocês sobre como perdi minha virgindade. Não é a história mais bonita do mundo. Na verdade, é um pouco trágica.
Já tem muito tempo que isso aconteceu. Eu tinha uns onze, quase doze anos. Era um sábado (ou domingo,) ensolarado quando meu pai decidiu levar eu e minha irmã na cachoeira.
Estávamos contentes, eu e minha irmã brincávamos inocentemente num dos "poços". Decidimos brincar no "tobo-água" natural (traduzindo: escorregar na pedra). E assim, ficamos por um bom tempo. Certo momento, meu pai se distraiu, foi conversar com um amigo. Eu, ainda inocente, escorregava, aumentando cada vez mais a velocidade; sentia "a" poderosa. E o pior aconteceu: numa de minhas escorregadas, perdi o controle, minhas pernas, de alguma forma, se atrapalharam, e só lembro de ter dado um chute na minha própria periquita. Depois dessa, não posso me considerar mais virgem. Precisei até de gelinho, e só de lembrar sinto as lágrimas escorrem sobre minhas bochechas. Acho melhor parar de comentar sobre o assunto.
CAVEIRA PORNOGRÁFICA,PORQUE TUDO QUE É PORNOGRÁFICO VOCÊS GOSTAM (PELO MENOS NO NOME)...
Bem Vindo
Um blog que nao tem putaria, mas so fala de sacanagem. Ta de saco cheio meu filho, puto da vida? Procurando pornografia na internet mas acabou frustrado... é um adolescente sem porra nenhuma pra fazer? Alguem sem escrupulo ou simplesmente caiu aqui por acaso? entao aproveite e boa diversao =D Porque vocês sabem,que quando Cuba lança as bolas é melhor sair da frente.
domingo, 27 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
A festa
@Ivone_danone:
A festa dessa noite fora incrível. Em especial por ter conhecido João. Ele é alto, magro, tem pele branquinha e olhos esverdeados. Para ser honesta, ele é horroroso.
Conhecêmo-nos por acaso. Estava um tanto bêbada após ter bebido 17 garrafas de Ice, 13 de Vodka, 11 de cerveja e 5 taças de vinho. Mesmo assim, ainda estava lúcida.
Minhas amigas, estavam me levando ao banheiro, quando o salto de minha sandália quebrou e caí de boca no pênis de um cara. Quando me dei conta, pensei "Puta que o pariu, paguei um boquete!" e comecei a rir. Esse cara era João, que me ajudou a levantar, um pouco constrangido. Minhas amigas, aquelas piranhas bêbadas, desapareceram.
João não era uma rapaz bonito, porém, seu rosto brilhava. Na verdade, tudo brilhava, mas ele foi o primeiro que vi brilhar, então pensei: "Caramba, deve ser um sinal divino!". Pensei em ir com ele a igreja, mas preferir abraçar aquele sinal, literalmente. Ele, romanticamente, me empurrou. Eu ri, abracei ele de novo e disse:
- Oi!
-Oi. - Ele timidamente respondeu.
E assim, passamos o resto da festa no maior clima. Foi então que minhas amigas, aquelas estraga-prazeres, chegaram e disseram que queriam ir embora, afinal eu as levaria em meu carro. Nessa hora, João pronunciou sua primeira frase mais completa, depois de dizer várias vezes "merda" ou "cheiro de posto de gasolina":
- É você quem vai dirigir?
- Vou sim. Eu fui a quem menos bebeu, sou a mais lúcida aqui!
Seus olhos arregalaram-se. Tenho certeza que foi por admiração, pois viu que consigo conciliar a bebida com a direção. Deve ter pensado que sou uma grande mulher, corajosa e preparada para qualquer desafio. Isso, geralmente, atrai os homens, segundo a revista "Rabicho".
Mas, enfim, ele perguntou se eu não queria que ele nos levasse para casa. Cara, que cantada! Aceitei na mesma hora, estou carente mesmo...
E assim, ele levou-nos para casa. Quando ele estava partindo, perguntei, para mostrar que sou uma garota de atitude:
- E aí, gatinho, quando é o nosso próximo encontro?
Ele sorriu e foi embora. Quem cala consente. Ui, esse bofe já é meu!
@João-pitoco:
Nunca mais. Nunca. Nunca mesmo. Nunca mais vou em festas com o Henrique. Não adianta, não gosto de festas como aquela. Por isso nem queria ir. Mas Henrique insistiu tanto que aceitei. Ele dizia que ao menos no último dia de férias eu deveria curtir um pouco minha vida.
Chegando na festa, ouvindo aquela música alta e vendo milhares de pessoas bêbadas, pensei: "O que estou fazendo aqui?". Mal completei meu pensamento quando senti algo no saco: havia uma garota de quatro com a boca no meu pênis. Senti coisas que prefiro nem comentar. Mas, percebendo que a coitada não havia feito de propósito, ajudei-a a se levantar. Ela, do nada, me abraçou. Assustado, empurrei-a. Ela me abraçou de novo e disse:
- Oi!
Por educação, respondi um seco oi. Mas seu hálito indicava que ela havia bebido um posto de gasolina inteiro, ou, ao menos, atacado todas as bombas de álcool possíveis e impossíveis. Tentei empurrar de novo a bruaca, mas ela não me largava de jeito nenhum. Tentava fugir, mas ela me seguia. Até no banheiro ela foi comigo, puta que o pariu!
Quando finalmente desisti de tentar fugir, me aparece Henrique com duas loiras gostosonas. Ele, percebendo minha situação, começou a rir e fingiu que nem me conhecia. Filho da puta!
Mas pouco depois, apareceram umas figuras, que usavam roupas de piranha, chamando a porra -louca que estava grudada em mim. Suspirei de alívio, até o momento que uma delas indicou que ela dirigiria naquela noite. Perguntei, então, para ter certeza:
- É você quem vai dirigir?
A menina confirmou, alegando ser a única lúcida e que havia bebido pouco. Fiquei espantado e ofereci levá-las para casa. Ela nem quis saber do próprio carro, aceitou na mesma hora.
Levei-as para casa, que aliás, nem era tão longe da minha.
Quando eu estava indo embora, a doida perguntou:
- E aí, gatinho, quando será nosso próximo encontro?
Tentei conter minhas gargalhadas, mas deixei escapar um sorriso.
O curioso é que simpatizei com aquela peste que nem sei o nome.
# OBS.: Como você, prezado leitor, deve ter reparado, a excesso de bebida alcoólica fez com que Ivone se submetesse a uma situação muito constrangedora. E o mais triste é ver que o mesmo acontece com várias pessoas na vida real. Portanto, se você gosta de beber, beba. Mas aprenda quais são seus limites; não é necessário exagerar na dose para se divertir. E, por favor, se beber nem tente dirigir, porque mesmo sem querer, você pode prejudicar a outras pessoas e a si mesmo também. Ivone teve muita sorte. Mas nem sempre todos tem.
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